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A avaliação cinético-funcional se debruça sobre os detalhes intrincados da biomecânica do corpo humano, mapeando os diferentes segmentos osteomusculares e seus padrões de movimento. Através de uma bateria de testes cuidadosamente selecionados, o fisioterapeuta avalia a amplitude de movimento articular, a força muscular, a estabilidade e a coordenação motora, tecendo um retrato fiel das capacidades funcionais do indivíduo.

Fonte: Costa, T. M., Silva, G. A., & Nogueira, R. A. (2010). Avaliação cinético-funcional: Uma revisão de literatura. Revista Brasileira de Fisioterapia, 14(2), 127-135.

Numa avaliação da articulação glenoumeral o fisioterapeuta precisa se lembrar que:

A articulação glenoumeral é uma articulação instável, pois a cabeça do úmero compreende aproximadamente 2 vezes o tamanho da fossa glenoidal e isso gera maior amplitude de movimento, mas pobre estabilidade. Para isso, vários estabilizadores são necessários, por exemplo: lábio glenoidal, ligamentos articulares, capsula articular e músculos ativos no ombro.
Apesar de diversos estabilizadores da glenoumeral, os músculos do manguito rotador, considerados estabilizadores dinâmicos, são os principais, já que os ligamentos nem sempre são fortes o suficiente para estabilizar uma articulação tão móvel e a capsula articular é relativamente frouxa em alguns locais.
Apesar da glenoumeral ser a principal articulação envolvida nos movimentos do ombro, todos os movimentos desse complexo articular dependem da atividade conjunta entre todas as articulações.


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