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No século XVII, as cauterizações auriculares eram utilizadas para tratar dor ciática. No ano de 1935, a prática ganhou evidência na China, com a cauterização sobre o ápice da orelha para o tratamento da conjuntivite. Aproximadamente em 1957, o médico francês Paul Nogier, em seus estudos sobre a acupuntura auricular, investigou a relação das regiões da orelha com as partes do corpo. Ele apresentou a teoria de que a anatomia da orelha poderia ser comparada à figura de um feto em posição pré-natal. Essa analogia entre as áreas da orelha e as regiões do corpo é utilizada até os dias atuais.



Sobre esse assunto, a figura apresentada a seguir demonstra a relação da orelha com a imagem de um feto de ponta-cabeça.



SUTTER, Talita Cristiane. Práticas Integrativas e Complementares em Saúde: acupuntura auricular e sistêmica. Porto Alegre: SAGAH, [20--] (adaptado).



Diante do exposto, sobre a auriculoterapia, avalie as afirmações a seguir.



I. Para a prática da auriculoterapia, vide texto, as agulhas mais utilizadas são as de calibre 0,25 x 40 mm, por serem menores e mais finas.



II. A orelha consiste em uma região muito inervada, estando conectada ao Sistema Nervoso Central (SNC). Assim, os pontos mapeados pela auriculoterapia correspondem aos órgãos presentes em todo o corpo, como apresentado na figura.



III. Quando pontos específicos da orelha são estimulados, o SNC recebe impulsos que resultam em fenômenos físicos e químicos, os quais promovem o reequilíbrio de áreas e funções do corpo como um todo.



É correto o que se afirma em