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O termo “custos da qualidade” assumiu díspares significados para pessoas diferentes. Alguns os compararam aos custos para se atingir a qualidade. Outros equipararam o termo aos custos para o funcionamento do Departamento de Qualidade. Desta forma, o custo de manter a qualidade é considerado compensador em relação ao custo da não qualidade.

Townsend (1991 apud CRC RS, 2000, p. 18) afirma que não é a qualidade que custa, mas sim “a não conformidade ou a não qualidade, que é dispendiosa". Para ele, atingir a qualidade é dispendioso, exceto quando comparado com o não atingimento dela. Fonte: CRC RS.

Custos da qualidade: uma abordagem prática. Porto Alegre: Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul, 2000.

Considerando os tipos de desperdícios que impactam nos custos da qualidade, analise as afirmativas a seguir:

I. Superprodução pode resultar no aumento dos estoques e esconder falhas no processo produtivo, como longos tempos de preparação de máquinas.

II. Transporte de materiais é visto como um desperdício de tempo e recursos, sendo recomendado reduzi-lo ao mínimo através de um arranjo físico adequado que diminua as distâncias percorridas.

III. Processamento ocorre devido à falta de sincronização da produção e gera custos significativos para a empresa.

IV. Produtos defeituosos estão envolvidos em diversas operações na fábrica, contribuindo para movimentações desnecessárias durante a execução das atividades, o que representa ineficiências na operação.

É correto o que se afirma em:
Alternativa 1: I e II, apenas.
Alternativa 2: II e III, apenas.
Alternativa 3: I, III e IV, apenas.
Alternativa 4: I, II e IV, apenas.
Alternativa 5: I, II, III e IV.