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Leia o resumo do artigo de Adriana Dias Lopes: MACONHA: FAZ MAL, SIM, publicado na revista VEJA. (LOPES, Adriana Dias. Maconha: faz mal, sim. Veja, São Paulo, v. 45, n. 44, out. 2012, p. 92-100). Adriana Dias Lopes inicia o artigo "Maconha: faz mal, sim" apontando que no atual liberalismo em torno do consumo da maconha há um descompasso com as pesquisas médicas mais recentes. As sequelas cerebrais são duradouras, sobretudo quando o uso se dá na adolescência. A autora fala sobre um dos estudos mais importantes e recentes relacionado aos males da maconha que foi conduzido por treze reputadas instituições de pesquisa, entre elas as universidades Duke, nos Estados Unidos, e de Otago, na Nova Zelândia. Ela relata que os pesquisadores acompanharam mil voluntários durante 25 anos. Eles começaram a ser estudados aos 13 anos de idade. Um grupo era composto de fumantes regulares de maconha. Os integrantes do outro grupo não fumavam. Na média, os consumidores crônicos da maconha ficavam 8 pontos abaixo dos não fumantes nos testes de Q. I. Os usuários de maconha saíram-se mal também nos testes de memória, concentração e raciocínio rápido. Adriana apresenta a citação do psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo: "Se o usuário crônico acha que está bem, a ciência mostra que ele poderia estar muito melhor sem a droga. A maconha priva a pessoa de atingir todo o potencial de sua capacidade". Segundo o psiquiatra, ela imita a ação de compostos naturalmente fabricados pelo organismo, os endocanabinoides. Essas substâncias são imprescindíveis na comunicação entre os neurônios, as sinapses. A maconha interfere caoticamente nas sinapses, levando ao comprometimento das funções cerebrais. Adriana Dias informa que nos Estados Unidos floresce uma indústria de falsificação de receitas para o tratamento do glaucoma e no controle da náusea de pacientes submetidos à quimioterapia. A autora comenta que a maconha não é completamente liberada em nenhum país. Um dos mais notoriamente tolerantes é a Holanda, que permit

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